domingo, 4 de novembro de 2012
domingo, 23 de setembro de 2012
Cálculo mental
Cálculo mental
Os procedimentos de cálculo mental
constituem a base do cálculo aritmético que se usa no cotidiano. De forma
simples, pode-se dizer que se calcula mentalmente quando se efetua uma operação,
recorrendo-se a procedimentos confiáveis, sem os registros escritos e sem a
utilização de instrumentos.
Por exemplo, a adição entre 43.000 e
19.000 pode ser calculada de formas diferentes, como, por exemplo:
43.000 mais 10.000, que é igual a 53.000 43.000 mais 20.000,
que é igual a 63.000.
53.000 mais 9.000 que é igual a 62.000 63.000 menos 1.000 que
é igual a 62.000
O cálculo mental apoia-se no fato de que
existem diferentes maneiras de calcular e pode-se
Escolher a que melhor se adapta a uma
determinada situação, em função dos números e das operações.
Envolvidas. Assim, cada situação de
cálculo constitui-se um problema aberto que pode ser solucionado.
De diferentes maneiras, recorrendo-se a
procedimentos originais para chegar ao resultado.
No cálculo mental, a reflexão centra-se no
significado dos cálculos intermediários e isso.
Facilita a compreensão das regras do
cálculo escrito. O exercício e a sistematização dos procedimentos de cálculo
mental, ao longo do tempo, levam-no a ser utilizado como estratégia de controle
do Cálculo escrito.
Aproximações e estimativas
Grande
parte do cálculo realizado fora da escola é feito a partir de procedimentos
mentais,
Que nem sempre são levados em conta no
trabalho escolar. Nas situações práticas, frequentemente, não se dispõe de
lápis e papel, tampouco é necessário, pois, a maioria das respostas não precisa
ser exata, basta uma aproximação. Existem ainda as balanças as calculadoras que
informam resultados com precisão.
Por essas razões, uma das finalidades
atuais do ensino do cálculo consiste em fazer com que.
Os alunos desenvolvam e sistematizem
procedimentos de cálculo por estimativa e estratégias de Verificação e controle
de resultados.
Para atender a esse objetivo, é primordial
que aprendam a reconhecer se certos resultados. Relacionados a contagens,
medidas, operações são ou não razoáveis em determinadas situações. A estimativa
constrói-se juntamente com o sentido numérico e com o significado das operações.
E muito auxilia no desenvolvimento da capacidade de tomar decisões. O trabalho
com estimativas
Supõe a sistematização de estratégias. Seu desenvolvimento e
aperfeiçoamento dependem de um Trabalho contínuo de aplicações, construções,
interpretações, análises, justificativas e verificações. A partir de resultados
exatos.
Desde as primeiras experiências com quantidades
e medidas, as estimativas devem estar.presentes em diversas estratégias que
levem os alunos a perceber o significado de um valor aproximado, decidir quando
é conveniente usá-lo e que aproximação é pertinente a uma determinada. Situação,
como, por exemplo, identificar unidades de medida adequadas às grandezas. Identificando
intervalos, que tornam uma estimativa aceitável ou não, os alunos aprendem a.Justificar
e comprovar suas opiniões e vão refinando suas habilidades em cálculo. Por isso
as estimativas devem ir além da simples identificação das relações “maior que”,
“menor que” e centrar-se na relação “estar entre”. O uso associado das
calculadoras e dos procedimentos de estimativa é de grande importância, Porque
oferece aos alunos informações para que eles percebam se utilizaram
corretamente o instrumento e se o resultado obtido é razoável. Assim, a
utilização da estimativa pode reduzir a incidência de erros e evitar o uso
mecânico desse instrumento os procedimentos de cálculo por estimativa desenvolvem-se
concomitantemente aos Processos de cálculo mental: pelo reconhecimento da
grandeza numérica, por meio de decomposições dos números, pelo estabelecimento
de relações de dobro e metade, entre outros.
O cálculo por estimativas apoia-se em aspectos
conceituais referentes aos números e às
Operações (ordem de grandeza, valor
posicional, proporcionalidade e equivalência), em procedimentos (como decompor,
substituir, arredondar, compensar), na aplicação de estratégias.de cálculo
mental.
Alguns exemplos de atividades que exploram
aproximações e estimativas:
— estimar um produto arredondando um dos fatores (três x 29 é
um resultado próximo de três x(30);
— posicionar um número racional entre números naturais (0,7 estão
entre 0 e 1);
— ao resolver 45 - 19 ajuda saber que 45 - 20 = 25? De que
serve pensar que 19 são o mesmo
Que 15 + 4? Seguir contando de 19 a 45 ajuda a obter o
resultado? Esse é um procedimento
Prático?
Constance Kamii e Jean Piaget
Constance
Kamii e Jean Piaget
Muitos
dos aspectos envolvendo o processo de ensino e aprendizagem abordados no item
Referente ao primeiro ciclo precisa ser considerado pelos professores do
segundo ciclo.
Dentre esses aspectos, destaca-se a
importância do conhecimento prévio do aluno como ponto de partida para a
aprendizagem, do trabalho com diferentes hipóteses e representações que as
crianças. Produzem, da relação a ser estabelecida entre a linguagem matemática
e a língua materna e do uso. De recursos didáticos como suporte à ação
reflexiva do aluno.
No entanto, há outros
aspectos a considerar, levando-se em conta que as capacidades. Cognitivas dos
alunos sofrem avanços significativos. Eles começam a estabelecer relações de
causalidade, o que os estimula a buscar a explicação.
Das coisas (porquês) e as finalidades (para que
servem). O pensamento ganha maior flexibilidade, O que lhes possibilita
perceber transformações. A reversibilidade do pensamento permite a observação
de que alguns elementos dos objetos e das situações permanecem e outros se
Transformam. Desse modo, passam a descobrir regularidades e propriedades
numéricas, geométricas. E métricas. Também aumenta a possibilidade de
compreensão de alguns significados das operações das relações entre elas.
Ampliam suas hipóteses, estendendo-as a contextos mais amplos. Assim, por
exemplo, percebem que algumas regras, propriedades, padrões, que nos identificam.
Números que lhes são mais familiares, também valem para números “maiores”.É
importante ressaltar que, apesar desses avanços, as generalizações são ainda bastante.
Elementares e estão
ligadas à possibilidade de observar, experimentar, lidar com representações, Sem
chegar, todavia, a uma formalização de conceitos.
Em relação ao ciclo anterior, os alunos deste ciclo
têm possibilidades de maior concentração.
E capacidade verbal para expressar com mais clareza
suas ideias e pontos de vista. Pode-se notar Ainda uma evolução das
representações pessoais para as representações convencionais; em muitos. Casos
têm condições de prescindir de representações pictóricas e podem lidar
diretamente com as Escritas matemáticas.
Outro ponto importante a destacar é o de que, por meio
de trocas que estabelecem entre si,
Os alunos passam a deixar de ver seus próprios pontos
de vista como verdades absolutas e a enxergar os pontos de vista dos outros,
comparando-os aos seus. Isso lhes permite comparar e analisar Diferentes
estratégias de solução.
Os números no dia - a – dia
Os números no dia - a – dia
*Números dos
ônibus
*Preço
*Metros, km
*Horas
*Telefones
*N° de casa
*Canal de
televisão
*Dias da Semana
*Meses
*Ligações
*Idade
*Peso
*CEP
*n° de matrícula
*Altura
* Ano
*Quantidades de Irmão
*Quantidades de
Brinquedos
*Quantidades de
Brincadeiras
* Quantidades de
materiais
* Dinheiro
ÁBACO
ÁBACO
O ábaco é um antigo instrumento de cálculo, formado por uma
moldura com bastões ou arame. Paralelos, dispostos no sentido vertical, correspondentes
cada um a uma posição digital (unidades, dezenas,...) e nos quais estão os
elementos de contagem. Fichas, bolas, contas, que podem fazer-se
deslizar livremente. Teve origem provavelmente na mesopotâmia, há mais de 5.500
anos. O ábaco pode ser considerado como uma extensão do ato natural de se contar
nos dedos. Emprega um processo de cálculo com sistema decimal, atribuído a cada
haste um múltiplo de dez. Ele é utilizado ainda hoje para ensinar ás crianças às
operações de somar e subtrair.
ÁBACO MESOPOTÂMICO
O primeiro ábaco foi quase de certeza
construído numa pedra Liza coberta por areia ou pó. Palavras e letras eram
desenhadas na areia; números eram eventualmente adicionados e bolas de pedra
eram utilizadas para ajuda nos cálculos. Os babilônios utilizavam este ábaco em
2700-2300 a.C. A- origem do ábaco de contar com bastões é obscuro, mas a Índia,
a Mesopotâmia ou o Egito são vistos como prováveis pontos de origem. A China
desempenhou um papel importante no desenvolvimento do Ábaco.
ÁBACO BABILÓNICO
Os babilônios podem ter utilizado o
ábaco para operações de adição e subtração. No entanto, este dispositivo
primitivo provou ser difícil para a utilização em cálculos mais complexos.
Algumas pes-soasconhece um caráter do alfabeto cuneiforme babilônio que pode
ter sido derivado de uma representação do ábaco. Por isso esse ábaco é muito
importante.
ÁBACO EGÍPCIO
O uso do ábaco no antigo
Egito é mencionado pelo historiador grego Crabertotous, que escreve sobre a
maneira do uso de discos (ábacos) pelos egípcios, que era oposta na direção
quando comparada com o método grego.
Arqueologistas encontraram discos antigos de
vários tamanhos que se pensam terem sido usados como material de cálculo. No
entanto, pinturas de parede não foram descobertas, espalhando algumas dúvidas
sobre a intenção de uso deste instrumento.
ÁBACO GREGO
Uma tábua encontrada na
ilha grega de Salamina em 1846 datas de 300 a.c.
fazendo deste o mais velho ábaco
descoberto até agora. É um ábaco de mármore de 149 cm de comprimento, 75 cm de
largura e de 4,5cm de espessura, no qual existem 5 grupos de marcações No
centro da tábua existe um conjunto de 5 linhas paralelas igualmente divididas
por uma linha vertical, tampada por um Semicírculo na intersecção da linha
horizontal mais ao canto e a linha vertical única. Debaixo destas linhas, existe
um espaço largo com uma rachadura horizontal a dividi-los.
Abaixo desta rachadura, existe
outro grupo de onze linhas paralelas, divididas em duas secções por uma linha perpendicular
a elas,mas com o semicírculo no topo da intersecção; a terceira,sexta e nona
linha estão marcadas com uma cruz onde se intersectam com a linha vertical.
ÁBACO ROMANO
O método normal de cálculo na Roma antiga,assim como na Grécia
antiga,era mover bolas de contágio numa tábua própria para o efeito. As bolas
de contagem originais denominavam-se calc-uli. Mais tarde, e na Europa
medieval, os jetons começaram a ser manufaturados. Linhas marcadas indicavam unidades,
meias dezenas, dezenas, etc., como na numeração romana. O Sistema de contagem
contrária continuou até a queda de Roma, assim como na Idade média e até ao
século XIX, embora já com uma utilização mais limitada. Em adição ás mais
utilizadas bolas de contagem frouxa, vário espécie de um ábaco romano foram
encontrados, mostrados aqui em reconstrução. Tem oito longos sulcos contendo
até 5 bolas em cada e 8 sulcos menores tendo tanto uma como nenhuma bola.
Nos sulcos menores, o sulco
marcado I marca unidades, o X dezenas e assim sucessivamente até aos milhões.
As bolas nos sulcosmenores marcam os cincos-cinco unidades, cinco dezenas,
etc.- essencialmente baseado na numeração romana. As duas últimas colunas de
sulcos serviam para marcar as subdivisões da unidade monetária. Temos de ter em
conta que a unidade monetária se subdividia em 12 partes, o que implica que o
sulco longo marcado com o sinal 0 (representando os múltip-los da onça ou
duodécimos da unidade monetária) comporte um máximo de 5 botões, valendo cada
uma 1 onça, e que o botão superior valha 6 onças. Os sulcos menores à direita
são frações da onça romana sendo respectivamente, de cima para baixo, ½ onça ¼
onça e 1/3 onça.
ÁBACO INDIANO
Fontes do século I, como a Abhidharmakosa,
descrevem a sabedoria e o uso ábaco na Índia. Po-rvolta do século, escrivães
indianos estavam já à procura de gravar os resultados do Ábaco. Textos hindus
usavam o termo shuaya (zero) para indicar a coluna vazia no ábaco.
ÁBACO CHINÊS
A
menção mais antiga a um suanpan (ábaco chinês) é encontrada num livro do século
I da dinastia na oriental, o notas suplementares na arte das figuras escrita
por Xu Yue. No entanto, o aspecto deste suanpan é desconhecido. Habitualmente, um suanpan tem cerca de 20 cm
de altura e vêm variadas larguras, dependendo do fabricante. Tem habitualmente
mais de sete hastes. Existem duas bolas em cada haste na parte de cima e cinco
na parte de baixo, para números decimais e hexadecimais. Ábaco mais moderno tem
uma bola na parte de cima e quatro na parte de baixo. As bolas são
habitualmente redondas e feitas em madeira. As bolas são contadas por serem
movidas para cima ou para baixo. Se as mover para o alto, conta lhes o valor; se
não lhes conta o valor. O suanpan pode voltar à posição inicial
instantaneamente por um pequeno agitar ao longo do eixo horizontal para afastar
todas as peças do centro.
Os suanpans podem ser utilizados para outras funções que não contar Ao
contrário do simples ábaco utilizado nas escolas, muitas técnicas eficientes
para o suanpan foram feitas para calcular operações que utilizam a
multiplicação, a divisão, a adição, a subtração, a raiz quadrada e a raiz cúbica
a uma alta velocidade.
No famoso quadro cenas à
beira-mar no Festival de Qingming pintado por Zhang Zeduan (1085-1145) durante
a Dinastia Song (960-1297), um suanpam é claramente visto ao lado de um livro
de encargos e de prescrições do doutor na secretária de um apotécario. A similaridade do ábaco romano com o suanpan
sugere que um pode ter inspirado o outro, pois existem evidências de relações
comerciais entre o Império Romano e a China. No entanto, nenhuma ligação direta
é passível de ser demonstrada, e a similaridade dos ábacos pode bem ser coincidência,
ambos derivando da contagem de cinco dedos por mão. Onde o modelo romano tem 4
mais 1 bola por espaço decimal, ao contrário do romano. Em vez de funcionar em
cordas como os modelos chinês e japonês, o ábaco romano funciona em sulcos,
provavelmente fazendo os cálculos mais difíceis. Outra fonte provável do suanpan são as
pirâmides numéricas chinesas, que operavam com o sistema decimal mais não incluíam
o conceito de zero. O zero foi provavelmente introduzido aos chineses na
Dinastia Tang. (618-907), quando as viagens no Oceano Índico e no Médio Oriente
teriam dado contato com a Índia em Islãs, permitindo-lhes saber o conceito de
zero e do ponto decimal de mercantes e matemáticos indianos e islâmicos. O
suanpan migrou da china para a coreia em cerca de 1400.
ÁBACO JAPÃO
Um soroban tábua de
contar é uma versão modificada pelos japoneses do suanpan. É planejado do
suanpan, importado para o Japão antes do século XVI. No entanto, a idade de
transmissão ex. e o meio são incertos porque não existem registros específicos.
Como o suanpan, o soroban ainda hoje é utilizado no Japão, apesar da
proliferação das calculadoras de bolso, mais baratas. A coreia tem também o seu
próprio, o supan, que é basicamente o soroban antes de tomar a sua
atual forma nos anos 30. O soroban moderno também tem este nome.
ÁBACOS DOS NATIVOS AMERICANOS
Algumas fontes mencionam o uso
de um ábaco chamado nepohualtzintzin na antiga cultura azteca. Este ábaco
mesoamericano utiliza um sistema de base 20 com 5 dígito. O quipu dos Incas era
um sistema de cordas atadas usadas para gravar dados numéricos, como varas de
registro avançadas – mas não eram usadas para fazer cálculos. Os cálculos eram
feitos utilizando uma (quechua para tábua de contar), que estava ainda em uso
depois da conquista do Peru. O princípio de trabalho de uma yupana é
desconhecido, mais, em 2001, uma explicação para a base matemática deste
instrumento foi proposta. Por comparação à forma de várias yupanas, os investigadores
descobriram que os cálculos eram baseados na sequência Fibonnaci, utilizando
1,1235 e múltiplos de 10, 20 e 40 para os diferentes campos do instrumento. Utilizar
a sequência Fi-bonnaci manteria o número de bolas num campo no mínimo.
ÁBACO RUSSO
O
ábaco russo, o schoty normalmente tem apenas um lado comprido, com 10 bolas em
cada fio (exceto um que tem 4 bolas, para frações de quartos de rublo). Este
costuma estar do lado do utilizador. (modelos mais velhos têm outra corda 4
bolas, para quartos de kopeks, que eram emitidos até 1916). O ábaco russo é habitualmente
utilizado na vertical, com os fios da esquerda para a direita ao modo do livro.
As bolas são normalmente curvadas para se moverem para o outro lado no centro, em
ordem para manter as bolas em cada um dos lados. É clarificado quando as bolas
se deve mover para a direita. Durante a manipulação, as bolas são movidas para
a direita. Para mais fácil visualização, as duas bolas do meio de cada corda (a
5 e a 6, no caso da corda exceção, 3 ela 4) costumam estar com cores diferentes
das outras oito. Como tal, a bola mais à esquerda da corda dos milhares (e dos milhões,
se existir) costuma também estar pintada de maneira diferente. O ábaco russo estava em uso em todas as
lojas e mercados de toda a antiga União Soviética, e o uso do ábaco era
ensinado em todas as lojas e mercados de todas as escolas até aos anos 90. Hoje
é visto como algo arcaico e foi substituído pela calculadora. Na escola, o uso
da calculadora é ensinado desde os anos 90.
ÁBACO ESCOLAR
Em todo o mundo, os ábacos têm sido
utilizados na educação infantil e na educação básica como uma ajuda ao ensino
do sistema numérico da aritmética. Nos países ocidentais, uma tábua com bolas
similar ao ábaco russo, mas com fios mais direitos e um plano vertical tem sido
comum. O tipo de ábaco é vulgarmente utilizado para representar números sem o
uso de lugar da ordem dos números. Todas de cada bola e cada fio têm exatamente
o mesmo valor e, utilizado desta maneira, pode ser utilizado para representar
números acima de 100.A vantagem educacional mais significante em utilizar um
ábaco, ao invés de bolas ou outros materiais de contagem, quando se pratica a
contagem ou a adição simples, é que isso da aos estudantes uma ideia dos grupos
de 10 que são à base do nosso sistema numérico. mesmo que os adultos tomem esta
base 10 como garantida,é na realidade difícil de aprender. Muitas crianças de 6
anos conseguem contar até 100 de seguida com somente uma pequena conciênciados padrões
envolvidos.
Métodos para ensinar a criança
O
professor utilizando métodos para ensinar a criança
Nos anos iniciais o educador
deve aplicar métodos diversificados, em que a criança compreenda e construa
gradativamente os números para que ela chegue aos significados.
Trabalhar as dificuldades da
criança para que ela construa o conceito dela:
§ Criar diversos tipos de
relações, com objetos, etc...
§ Fazer com que a criança
pense sobre números e quantidades.
§ Encorajar a quantificar
objetos logicamente.
§ Criar e comparar conjuntos.
§ Criar situações em que os
colegas interajam entre si e com o educador.
§ Tentar reconstruir o
raciocínio da criança para ela entender o “erro”.
§ Fazer com que o aluno
analise, interprete situações-problemas.
§ Estabelecer relações entre números de um mesmo
campo numérico.
§ Mostrar ao aluno a matemática presente no
cotidiano.
§ Dar opções de uso de instrumentos
tecnológicos.
§ Trazer desafios: quebra-cabeças, problemas de
lógica, adivinhações, para raciocínio lógico.
§ Promover campeonatos ou olimpíadas.
§ Trazer poemas, crônicas, músicas, jogos ou
histórias em quadrinhos.
Os números no
dia a dia:
É muito difícil imaginar a
vida sem os números. Com eles podemos contar calcular, ordenar, codificar,
medir, nos orientar tornando mais fácil a comunicação entre as pessoas.
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
ORIGEM DOS SINAIS MATEMÁTICOS
ORIGEM
DOS SINAIS MATEMÁTICOS + - . : = <
>
Adição ( + ) e subtração ( - )
O emprego regular do sinal + ( mais ) aparece na Aritmética Comercial de João Widman d'Eger publicada em Leipzig em 1489.
Entretanto, representavam não à adição ou à subtração ou aos números positivos ou negativos, mas aos excessos e aos déficit em problemas de negócio. Os símbolos positivos e negativos vieram somente ter uso geral na Inglaterra depois que foram usados por Robert Recorde em 1557.Os símbolos positivos e negativos foram usados antes de aparecerem na escrita. Por exemplo: foram pintados em tambores para indicar se os tambores estavam cheios ou não.
O emprego regular do sinal + ( mais ) aparece na Aritmética Comercial de João Widman d'Eger publicada em Leipzig em 1489.
Entretanto, representavam não à adição ou à subtração ou aos números positivos ou negativos, mas aos excessos e aos déficit em problemas de negócio. Os símbolos positivos e negativos vieram somente ter uso geral na Inglaterra depois que foram usados por Robert Recorde em 1557.Os símbolos positivos e negativos foram usados antes de aparecerem na escrita. Por exemplo: foram pintados em tambores para indicar se os tambores estavam cheios ou não.
Os antigos matemáticos gregos, como se
observa na obra de Diofanto, limitavam-se a indicar a adição junta pondo as
parcelas - sistema que ainda hoje adotamos quando queremos indicar a soma de um
número inteiro com uma fração. Como sinal de operação mais usavam os algebristas italianos a
letra P, inicial da
palavra latina plus.
Multiplicação ( . ) e divisão ( : )
O sinal de X, como que indicamos a
multiplicação, é relativamente moderno. O matemático inglês Guilherme Oughtred
empregou-o pela primeira vez, no livro Clavis
Matematicae publicado em
1631. Ainda nesse mesmo ano, Harriot, para indicar também o produto a efetuar,
colocava um ponto entre os fatores. Em 1637, Descartes já se limitava a
escrever os fatores justapostos, indicando, desse modo abreviado, um produto
qualquer. Na obra de Leibniz escontra-se o sinal
para indicar
multiplicação: esse mesmo símbolo colocado de modo inverso indicava a divisão.
O ponto foi introduzido como um símbolo para a multiplicação por G. W. Leibniz. Julho em 29, 1698, escreveu em uma carta a John Bernoulli: "eu não gosto de X como um símbolo para a multiplicação, porque é confundida facilmente com x; freqüentemente eu relaciono o produto entre duas quantidades por um ponto . Daí, ao designar a relação uso não um ponto mas dois pontos, que eu uso também para a divisão."
As formas a/b e
, indicando a
divisão de a por b, são atribuídas aos árabes: Oughtred, e, 1631, colocava um
ponto entre o dividendo o divisor. A razão entre duas quantidades é indicada
pelo sinal :, que apareceu
em 1657 numa obra de Oughtred. O sinal ÷,
segundo Rouse Ball, resultou de uma combinação de dois sinais existentes - e :
O ponto foi introduzido como um símbolo para a multiplicação por G. W. Leibniz. Julho em 29, 1698, escreveu em uma carta a John Bernoulli: "eu não gosto de X como um símbolo para a multiplicação, porque é confundida facilmente com x; freqüentemente eu relaciono o produto entre duas quantidades por um ponto . Daí, ao designar a relação uso não um ponto mas dois pontos, que eu uso também para a divisão."
As formas a/b e
Sinais de relação ( =, < e > )
Robert Recorde, matemático inglês,
terá sempre o seu nome apontado na história da Matemática por ter sido o
primeiro a empregar o sinal = ( igual ) para indicar igualdade. No seu primeiro
livro, publicado em 1540, Record colocava o símbolo
entre duas expressões
iguais; o sinal = ; constituído por dois pequenos traços paralelos, só apareceu
em 1557. Comentam alguns autores que nos manuscritos da Idade Média o sinal =
aparece como uma abreviatura da palavra est.
Guilherme Xulander, matemático alemão, indicava a igualdade, em fins do século XVI, por dois pequenos traços paralelos verticais; até então a palavra aequalis aparecia, por extenso, ligando os dois membros da igualdade.
Guilherme Xulander, matemático alemão, indicava a igualdade, em fins do século XVI, por dois pequenos traços paralelos verticais; até então a palavra aequalis aparecia, por extenso, ligando os dois membros da igualdade.
Os sinais > ( maior que ) e < (
menor que ) são devidos a Thomaz Harriot, que muito contribuiu com seus
trabalhos para o desenvolvimento da análise algébrica.
Fonte:
Situações Problemas
Escola ...
Aluno: Ano: 5º
Ensino Fundamental Data:
Profa. Magali
Rosa
Exercícios de Situações Problema
Assinale uma alternativa CORRETA
1.
Em certo dia, Antonio, o taxista, rodou 76 km pela manhã e 85 km à tarde.
Quantos quilômetros, no total, Antonio percorreu nesse dia?
a)
151 km
b)
97 km
c)
161 km
d)
127 km
2.
Um filhote de coelho só abre os olhos depois de 11 dias de nascido. Se um
filhote de coelho tem 25 dias, há quantos dias ele já abriu os olhos?
a)
36 dias
b)
14 dias
c)
15 dias
d)
30 dias
3.
Você sabia que uma bola de basquete tem aproximadamente 600 gramas e uma bola
de vôlei tem 284 gramas? Quantos gramas a bola de basquete tem a mais que a de
vôlei?
a)
884 gramas
b)
356 gramas
c)
316 gramas
d)
384 gramas
4 – Renata
ganhou um livro de histórias
no
dia 25 de janeiro. Até hoje, leu 135 páginas do livro e ainda faltam 126 para
ela terminar. Quantas páginas tem o livro inteiro.
a) 261 páginas
b) 151 páginas
c) 216 páginas
d) 157 páginas
5 – Rita e
Sandra fazem docinhos para festas infantis. Numa semana, Rita fez 800 docinhos
e Sandra fez o dobro.
a) Quantos docinhos Sandra fez?
Resposta:_______________________________________________________
a) Quantos docinhos Sandra fez?
Resposta:_______________________________________________________
b) Quantos docinhos Rita fez a menos que Sandra?
Resposta:_______________________________________________________
6- Sr. Carlos
todo final de mês divide em partes iguais R$150,00 que é a mesada
para
os seus 3 filhos: João, Maria e Larissa.
Quanto recebe cada filho?
Resposta:
______________________________________________________
7-Marcelo
comprou uma mala
em
prestações para ir viajar nas férias. Pagou em 4 parcelas de R$ 28,00 cada uma.
Quanto Marcelo gastou no total?
a)
112,00
b)
115,00
c)
150,00
d)
280,00
8 - Uma merendeira preparou 558 pães
que foram distribuídos igualmente em 18 cestas. Quantos pães
foram colocados em cada cesta?
a) 31 pães
b) 310 pães
c) 554 pães
b) 310 pães
c) 554 pães
d) 188 pães
9 - Uma
professora ganhou ingressos para levar 50% de seus alunos ao circo da cidade. Considerando que essa professora leciona para
36 alunos, quantos alunos ela poderá levar?
a) 9 alunos
b) 18 alunos
c) 24 alunos
d) 36 alunos
10- O piso de uma sala está sendo
coberto por cerâmica quadrada. Já foram colocadas 7cerâmicas, como mostrado na
figura.
Quantas cerâmicas faltam para cobrir o
piso?
a) 7
b) 8
c) 9
d) 15
Gabarito Exercícios de
Situações Problemas
1
|
c) 161 km
|
76 km + 85 km
|
2
|
b) 14 dias
|
25 dias – 11 dias
|
3
|
c) 316 gramas
|
600 g – 284 g
|
4
|
a) 261 páginas
|
135 + 126
|
5
|
Rita 800 Sandra 1600 doces
|
800 x 2(dobro)
|
6
|
R$50,00 p cada filho
|
150 : 3 filhos
|
7
|
a) R$112,00
|
28 x 4 parcelas
|
8
|
a) 31 pães
|
558 : 18
|
9
|
b) 18 alunos
|
36 : 2 (metade)
|
10
|
b) 8 cerâmicas
|
15 – 7 =
|
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