domingo, 23 de setembro de 2012

EXEMPLOS BÁSICOS DE NÚMEROS REPRESENTADOS NO SOROBAN


CÁLCULOS COM USO DO SOROBAN


Vídeo explicando o uso do Ábaco


Cálculo mental


Cálculo mental
            Os procedimentos de cálculo mental constituem a base do cálculo aritmético que se usa no cotidiano. De forma simples, pode-se dizer que se calcula mentalmente quando se efetua uma operação, recorrendo-se a procedimentos confiáveis, sem os registros escritos e sem a utilização de instrumentos.
            Por exemplo, a adição entre 43.000 e 19.000 pode ser calculada de formas diferentes, como, por exemplo:

43.000 mais 10.000, que é igual a 53.000 43.000 mais 20.000, que é igual a 63.000.
53.000 mais 9.000 que é igual a 62.000 63.000 menos 1.000 que é igual a 62.000
            O cálculo mental apoia-se no fato de que existem diferentes maneiras de calcular e pode-se
Escolher a que melhor se adapta a uma determinada situação, em função dos números e das operações.
            Envolvidas. Assim, cada situação de cálculo constitui-se um problema aberto que pode ser solucionado.
            De diferentes maneiras, recorrendo-se a procedimentos originais para chegar ao resultado.
            No cálculo mental, a reflexão centra-se no significado dos cálculos intermediários e isso.
Facilita a compreensão das regras do cálculo escrito. O exercício e a sistematização dos procedimentos de cálculo mental, ao longo do tempo, levam-no a ser utilizado como estratégia de controle do Cálculo escrito.

Aproximações e estimativas

             Grande parte do cálculo realizado fora da escola é feito a partir de procedimentos mentais,
Que nem sempre são levados em conta no trabalho escolar. Nas situações práticas, frequentemente, não se dispõe de lápis e papel, tampouco é necessário, pois, a maioria das respostas não precisa ser exata, basta uma aproximação. Existem ainda as balanças as calculadoras que informam resultados com precisão.
Por essas razões, uma das finalidades atuais do ensino do cálculo consiste em fazer com que.           
Os alunos desenvolvam e sistematizem procedimentos de cálculo por estimativa e estratégias de Verificação e controle de resultados.
            Para atender a esse objetivo, é primordial que aprendam a reconhecer se certos resultados. Relacionados a contagens, medidas, operações são ou não razoáveis em determinadas situações. A estimativa constrói-se juntamente com o sentido numérico e com o significado das operações. E muito auxilia no desenvolvimento da capacidade de tomar decisões. O trabalho com estimativas
Supõe a sistematização de estratégias. Seu desenvolvimento e aperfeiçoamento dependem de um Trabalho contínuo de aplicações, construções, interpretações, análises, justificativas e verificações. A partir de resultados exatos.
Desde as primeiras experiências com quantidades e medidas, as estimativas devem estar.presentes em diversas estratégias que levem os alunos a perceber o significado de um valor aproximado, decidir quando é conveniente usá-lo e que aproximação é pertinente a uma determinada. Situação, como, por exemplo, identificar unidades de medida adequadas às grandezas. Identificando intervalos, que tornam uma estimativa aceitável ou não, os alunos aprendem a.Justificar e comprovar suas opiniões e vão refinando suas habilidades em cálculo. Por isso as estimativas devem ir além da simples identificação das relações “maior que”, “menor que” e centrar-se na relação “estar entre”. O uso associado das calculadoras e dos procedimentos de estimativa é de grande importância, Porque oferece aos alunos informações para que eles percebam se utilizaram corretamente o instrumento e se o resultado obtido é razoável. Assim, a utilização da estimativa pode reduzir a incidência de erros e evitar o uso mecânico desse instrumento os procedimentos de cálculo por estimativa desenvolvem-se concomitantemente aos Processos de cálculo mental: pelo reconhecimento da grandeza numérica, por meio de decomposições dos números, pelo estabelecimento de relações de dobro e metade, entre outros.
            O cálculo por estimativas apoia-se em aspectos conceituais referentes aos números e às
Operações (ordem de grandeza, valor posicional, proporcionalidade e equivalência), em procedimentos (como decompor, substituir, arredondar, compensar), na aplicação de estratégias.de cálculo mental.
Alguns exemplos de atividades que exploram aproximações e estimativas:
— estimar um produto arredondando um dos fatores (três x 29 é um resultado próximo de três x(30);
— posicionar um número racional entre números naturais (0,7 estão entre 0 e 1);
— ao resolver 45 - 19 ajuda saber que 45 - 20 = 25? De que serve pensar que 19 são o mesmo
Que 15 + 4? Seguir contando de 19 a 45 ajuda a obter o resultado? Esse é um procedimento
Prático?

Constance Kamii e Jean Piaget


Constance Kamii e Jean Piaget

            Muitos dos aspectos envolvendo o processo de ensino e aprendizagem abordados no item
Referente ao primeiro ciclo precisa ser considerado pelos professores do segundo ciclo.
           Dentre esses aspectos, destaca-se a importância do conhecimento prévio do aluno como ponto de partida para a aprendizagem, do trabalho com diferentes hipóteses e representações que as crianças. Produzem, da relação a ser estabelecida entre a linguagem matemática e a língua materna e do uso. De recursos didáticos como suporte à ação reflexiva do aluno.
             No entanto, há outros aspectos a considerar, levando-se em conta que as capacidades. Cognitivas dos alunos sofrem avanços significativos. Eles começam a estabelecer relações de causalidade, o que os estimula a buscar a explicação.
Das coisas (porquês) e as finalidades (para que servem). O pensamento ganha maior flexibilidade, O que lhes possibilita perceber transformações. A reversibilidade do pensamento permite a observação de que alguns elementos dos objetos e das situações permanecem e outros se Transformam. Desse modo, passam a descobrir regularidades e propriedades numéricas, geométricas. E métricas. Também aumenta a possibilidade de compreensão de alguns significados das operações das relações entre elas. Ampliam suas hipóteses, estendendo-as a contextos mais amplos. Assim, por exemplo, percebem que algumas regras, propriedades, padrões, que nos identificam. Números que lhes são mais familiares, também valem para números “maiores”.É importante ressaltar que, apesar desses avanços, as generalizações são ainda bastante.
             Elementares e estão ligadas à possibilidade de observar, experimentar, lidar com representações, Sem chegar, todavia, a uma formalização de conceitos.
Em relação ao ciclo anterior, os alunos deste ciclo têm possibilidades de maior concentração.
E capacidade verbal para expressar com mais clareza suas ideias e pontos de vista. Pode-se notar Ainda uma evolução das representações pessoais para as representações convencionais; em muitos. Casos têm condições de prescindir de representações pictóricas e podem lidar diretamente com as Escritas matemáticas.
Outro ponto importante a destacar é o de que, por meio de trocas que estabelecem entre si,
Os alunos passam a deixar de ver seus próprios pontos de vista como verdades absolutas e a enxergar os pontos de vista dos outros, comparando-os aos seus. Isso lhes permite comparar e analisar Diferentes estratégias de solução.

Os números no dia - a – dia


Os números no dia - a – dia

*Números dos ônibus
*Preço
*Metros, km
*Horas
*Telefones
*N° de casa
*Canal de televisão
*Dias da Semana
*Meses
*Ligações
*Idade
*Peso
*CEP
*n° de matrícula
*Altura
* Ano
*Quantidades de Irmão
*Quantidades de Brinquedos
*Quantidades de Brincadeiras
* Quantidades de materiais
* Dinheiro

ÁBACO


ÁBACO
            O ábaco é um antigo instrumento de cálculo, formado por uma moldura com bastões ou arame. Paralelos, dispostos no sentido vertical, correspondentes cada um a uma posição digital (unidades, dezenas,...) e nos quais estão os elementos de contagem. Fichas, bolas, contas, que podem fazer-se deslizar livremente. Teve origem provavelmente na mesopotâmia, há mais de 5.500 anos. O ábaco pode ser considerado como uma extensão do ato natural de se contar nos dedos. Emprega um processo de cálculo com sistema decimal, atribuído a cada haste um múltiplo de dez. Ele é utilizado ainda hoje para ensinar ás crianças às operações de somar e subtrair.

ÁBACO MESOPOTÂMICO
  
                   O primeiro ábaco foi quase de certeza construído numa pedra Liza coberta por areia ou pó. Palavras e letras eram desenhadas na areia; números eram eventualmente adicionados e bolas de pedra eram utilizadas para ajuda nos cálculos. Os babilônios utilizavam este ábaco em 2700-2300 a.C. A- origem do ábaco de contar com bastões é obscuro, mas a Índia, a Mesopotâmia ou o Egito são vistos como prováveis pontos de origem. A China desempenhou um papel importante no desenvolvimento do Ábaco.

ÁBACO BABILÓNICO

                   Os babilônios podem ter utilizado o ábaco para operações de adição e subtração. No entanto, este dispositivo primitivo provou ser difícil para a utilização em cálculos mais complexos. Algumas pes-soasconhece um caráter do alfabeto cuneiforme babilônio que pode ter sido derivado de uma representação do ábaco. Por isso esse ábaco é muito importante.
ÁBACO EGÍPCIO
O uso do ábaco no antigo Egito é mencionado pelo historiador grego Crabertotous, que escreve sobre a maneira do uso de discos (ábacos) pelos egípcios, que era oposta na direção quando comparada com o método grego.
 Arqueologistas encontraram discos antigos de vários tamanhos que se pensam terem sido usados como material de cálculo. No entanto, pinturas de parede não foram descobertas, espalhando algumas dúvidas sobre a intenção de uso deste instrumento.
ÁBACO GREGO

Uma tábua encontrada na ilha grega de Salamina em 1846 datas de 300 a.c.
fazendo deste o mais velho ábaco descoberto até agora. É um ábaco de mármore de 149 cm de comprimento, 75 cm de largura e de 4,5cm de espessura, no qual existem 5 grupos de marcações No centro da tábua existe um conjunto de 5 linhas paralelas igualmente divididas por uma linha vertical, tampada por um Semicírculo na intersecção da linha horizontal mais ao canto e a linha vertical única. Debaixo destas linhas, existe um espaço largo com uma rachadura horizontal a dividi-los.
Abaixo desta rachadura, existe outro grupo de onze linhas paralelas, divididas em duas secções por uma linha perpendicular a elas,mas com o semicírculo no topo da intersecção; a terceira,sexta e nona linha estão marcadas com uma cruz onde se intersectam com a linha vertical.

ÁBACO ROMANO

           O método normal de cálculo na Roma antiga,assim como na Grécia antiga,era mover bolas de contágio numa tábua própria para o efeito. As bolas de contagem originais denominavam-se calc-uli. Mais tarde, e na Europa medieval, os jetons começaram a ser manufaturados. Linhas marcadas indicavam unidades, meias dezenas, dezenas, etc., como na numeração romana. O Sistema de contagem contrária continuou até a queda de Roma, assim como na Idade média e até ao século XIX, embora já com uma utilização mais limitada. Em adição ás mais utilizadas bolas de contagem frouxa, vário espécie de um ábaco romano foram encontrados, mostrados aqui em reconstrução. Tem oito longos sulcos contendo até 5 bolas em cada e 8 sulcos menores tendo tanto uma como nenhuma bola.
       Nos sulcos menores, o sulco marcado I marca unidades, o X dezenas e assim sucessivamente até aos milhões. As bolas nos sulcosmenores marcam os cincos-cinco unidades, cinco dezenas, etc.- essencialmente baseado na numeração romana. As duas últimas colunas de sulcos serviam para marcar as subdivisões da unidade monetária. Temos de ter em conta que a unidade monetária se subdividia em 12 partes, o que implica que o sulco longo marcado com o sinal 0 (representando os múltip-los da onça ou duodécimos da unidade monetária) comporte um máximo de 5 botões, valendo cada uma 1 onça, e que o botão superior valha 6 onças. Os sulcos menores à direita são frações da onça romana sendo respectivamente, de cima para baixo, ½ onça ¼ onça e 1/3 onça. 
             
ÁBACO INDIANO

         Fontes do século I, como a Abhidharmakosa, descrevem a sabedoria e o uso ábaco na Índia. Po-rvolta do século, escrivães indianos estavam já à procura de gravar os resultados do Ábaco. Textos hindus usavam o termo shuaya (zero) para indicar a coluna vazia no ábaco.

ÁBACO CHINÊS

        A menção mais antiga a um suanpan (ábaco chinês) é encontrada num livro do século I da dinastia na oriental, o notas suplementares na arte das figuras escrita por Xu Yue. No entanto, o aspecto deste suanpan é desconhecido.  Habitualmente, um suanpan tem cerca de 20 cm de altura e vêm variadas larguras, dependendo do fabricante. Tem habitualmente mais de sete hastes. Existem duas bolas em cada haste na parte de cima e cinco na parte de baixo, para números decimais e hexadecimais. Ábaco mais moderno tem uma bola na parte de cima e quatro na parte de baixo. As bolas são habitualmente redondas e feitas em madeira. As bolas são contadas por serem movidas para cima ou para baixo. Se as mover para o alto, conta lhes o valor; se não lhes conta o valor. O suanpan pode voltar à posição inicial instantaneamente por um pequeno agitar ao longo do eixo horizontal para afastar todas as peças do centro.
    Os suanpans podem ser utilizados para outras funções que não contar Ao contrário do simples ábaco utilizado nas escolas, muitas técnicas eficientes para o suanpan foram feitas para calcular operações que utilizam a multiplicação, a divisão, a adição, a subtração, a raiz quadrada e a raiz cúbica a uma alta velocidade.
            No famoso quadro cenas à beira-mar no Festival de Qingming pintado por Zhang Zeduan (1085-1145) durante a Dinastia Song (960-1297), um suanpam é claramente visto ao lado de um livro de encargos e de prescrições do doutor na secretária de um apotécario.  A similaridade do ábaco romano com o suanpan sugere que um pode ter inspirado o outro, pois existem evidências de relações comerciais entre o Império Romano e a China. No entanto, nenhuma ligação direta é passível de ser demonstrada, e a similaridade dos ábacos pode bem ser coincidência, ambos derivando da contagem de cinco dedos por mão. Onde o modelo romano tem 4 mais 1 bola por espaço decimal, ao contrário do romano. Em vez de funcionar em cordas como os modelos chinês e japonês, o ábaco romano funciona em sulcos, provavelmente fazendo os cálculos mais difíceis.   Outra fonte provável do suanpan são as pirâmides numéricas chinesas, que operavam com o sistema decimal mais não incluíam o conceito de zero. O zero foi provavelmente introduzido aos chineses na Dinastia Tang. (618-907), quando as viagens no Oceano Índico e no Médio Oriente teriam dado contato com a Índia em Islãs, permitindo-lhes saber o conceito de zero e do ponto decimal de mercantes e matemáticos indianos e islâmicos. O suanpan migrou da china para a coreia em cerca de 1400.

ÁBACO JAPÃO

Um soroban tábua de contar é uma versão modificada pelos japoneses do suanpan. É planejado do suanpan, importado para o Japão antes do século XVI. No entanto, a idade de transmissão ex. e o meio são incertos porque não existem registros específicos. Como o suanpan, o soroban ainda hoje é utilizado no Japão, apesar da proliferação das calculadoras de bolso, mais baratas. A coreia tem também o seu próprio, o supan, que é basicamente o soroban antes de tomar a   sua atual forma nos anos 30. O soroban moderno também tem este nome.

ÁBACOS DOS NATIVOS AMERICANOS

                 Algumas fontes mencionam o uso de um ábaco chamado nepohualtzintzin na antiga cultura azteca. Este ábaco mesoamericano utiliza um sistema de base 20 com 5 dígito. O quipu dos Incas era um sistema de cordas atadas usadas para gravar dados numéricos, como varas de registro avançadas – mas não eram usadas para fazer cálculos. Os cálculos eram feitos utilizando uma (quechua para tábua de contar), que estava ainda em uso depois da conquista do Peru. O princípio de trabalho de uma yupana é desconhecido, mais, em 2001, uma explicação para a base matemática deste instrumento foi proposta. Por comparação à forma de várias yupanas, os investigadores descobriram que os cálculos eram baseados na sequência Fibonnaci, utilizando 1,1235 e múltiplos de 10, 20 e 40 para os diferentes campos do instrumento. Utilizar a sequência Fi-bonnaci manteria o número de bolas num campo no mínimo.

ÁBACO RUSSO
               
             O ábaco russo, o schoty normalmente tem apenas um lado comprido, com 10 bolas em cada fio (exceto um que tem 4 bolas, para frações de quartos de rublo). Este costuma estar do lado do utilizador. (modelos mais velhos têm outra corda 4 bolas, para quartos de kopeks, que eram emitidos até 1916). O ábaco russo é habitualmente utilizado na vertical, com os fios da esquerda para a direita ao modo do livro. As bolas são normalmente curvadas para se moverem para o outro lado no centro, em ordem para manter as bolas em cada um dos lados. É clarificado quando as bolas se deve mover para a direita. Durante a manipulação, as bolas são movidas para a direita. Para mais fácil visualização, as duas bolas do meio de cada corda (a 5 e a 6, no caso da corda exceção, 3 ela 4) costumam estar com cores diferentes das outras oito. Como tal, a bola mais à esquerda da corda dos milhares (e dos milhões, se existir) costuma também estar pintada de maneira diferente.   O ábaco russo estava em uso em todas as lojas e mercados de toda a antiga União Soviética, e o uso do ábaco era ensinado em todas as lojas e mercados de todas as escolas até aos anos 90. Hoje é visto como algo arcaico e foi substituído pela calculadora. Na escola, o uso da calculadora é ensinado desde os anos 90.

ÁBACO ESCOLAR

            Em todo o mundo, os ábacos têm sido utilizados na educação infantil e na educação básica como uma ajuda ao ensino do sistema numérico da aritmética. Nos países ocidentais, uma tábua com bolas similar ao ábaco russo, mas com fios mais direitos e um plano vertical tem sido comum. O tipo de ábaco é vulgarmente utilizado para representar números sem o uso de lugar da ordem dos números. Todas de cada bola e cada fio têm exatamente o mesmo valor e, utilizado desta maneira, pode ser utilizado para representar números acima de 100.A vantagem educacional mais significante em utilizar um ábaco, ao invés de bolas ou outros materiais de contagem, quando se pratica a contagem ou a adição simples, é que isso da aos estudantes uma ideia dos grupos de 10 que são à base do nosso sistema numérico. mesmo que os adultos tomem esta base 10 como garantida,é na realidade difícil de aprender. Muitas crianças de 6 anos conseguem contar até 100 de seguida com somente uma pequena conciênciados padrões envolvidos.



Métodos para ensinar a criança


 O professor utilizando métodos para ensinar a criança

 Nos anos iniciais o educador deve aplicar métodos diversificados, em que a criança compreenda e construa gradativamente os números para que ela chegue aos significados.
Trabalhar as dificuldades da criança para que ela construa o conceito dela:

§  Criar diversos tipos de relações, com objetos, etc...
§  Fazer com que a criança pense sobre números e quantidades.
§  Encorajar a quantificar objetos logicamente.
§  Criar e comparar conjuntos.
§  Criar situações em que os colegas interajam entre si e com o educador.
§  Tentar reconstruir o raciocínio da criança para ela entender o “erro”.
§  Fazer com que o aluno analise, interprete situações-problemas.
§  Estabelecer relações entre números de um mesmo campo numérico.
§  Mostrar ao aluno a matemática presente no cotidiano.
§  Dar opções de uso de instrumentos tecnológicos.
§  Trazer desafios: quebra-cabeças, problemas de lógica, adivinhações, para raciocínio lógico.
§  Promover campeonatos ou olimpíadas.
§  Trazer poemas, crônicas, músicas, jogos ou histórias em quadrinhos. 


Os números no dia a dia:
É muito difícil imaginar a vida sem os números. Com eles podemos contar calcular, ordenar, codificar, medir, nos orientar tornando mais fácil a comunicação entre as pessoas.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

ORIGEM DOS SINAIS MATEMÁTICOS




ORIGEM DOS SINAIS MATEMÁTICOS + - . : = <  >

    Adição ( + ) e subtração ( - )

    O emprego regular do sinal + ( mais ) aparece na Aritmética Comercial de João Widman d'Eger publicada em Leipzig em 1489.
Entretanto, representavam não à adição ou à subtração ou aos números positivos ou negativos, mas aos excessos e aos déficit em problemas de negócio. Os símbolos positivos e negativos vieram somente ter uso geral na Inglaterra depois que foram usados por Robert Recorde em 1557.Os símbolos positivos e negativos foram usados antes de aparecerem na escrita. Por exemplo: foram pintados em tambores para indicar se os tambores estavam cheios ou não.
    Os antigos matemáticos gregos, como se observa na obra de Diofanto, limitavam-se a indicar a adição junta pondo as parcelas - sistema que ainda hoje adotamos quando queremos indicar a soma de um número inteiro com uma fração. Como sinal de operação mais usavam os algebristas italianos a letra P, inicial da palavra latina plus.

    Multiplicação ( . ) e divisão ( : )
    O sinal de X, como que indicamos a multiplicação, é relativamente moderno. O matemático inglês Guilherme Oughtred empregou-o pela primeira vez, no livro Clavis Matematicae publicado em 1631. Ainda nesse mesmo ano, Harriot, para indicar também o produto a efetuar, colocava um ponto entre os fatores. Em 1637, Descartes já se limitava a escrever os fatores justapostos, indicando, desse modo abreviado, um produto qualquer. Na obra de Leibniz escontra-se o sinal http://www.somatematica.com.br/figuras/sinal1.gif para indicar multiplicação: esse mesmo símbolo colocado de modo inverso indicava a divisão.

    O ponto foi introduzido como um símbolo para a multiplicação por G. W. Leibniz. Julho em 29, 1698, escreveu em uma carta a John Bernoulli: "eu não gosto de X como um símbolo para a multiplicação, porque é confundida facilmente com x; freqüentemente eu relaciono o produto entre duas quantidades por um ponto . Daí, ao designar a relação uso não um ponto mas dois pontos, que eu uso também para a divisão."
    As formas a/b e 
http://www.somatematica.com.br/figuras/sinal3.gif, indicando a divisão de a por b, são atribuídas aos árabes: Oughtred, e, 1631, colocava um ponto entre o dividendo o divisor. A razão entre duas quantidades é indicada pelo sinal :, que apareceu em 1657 numa obra de Oughtred. O sinal ÷, segundo Rouse Ball, resultou de uma combinação de dois sinais existentes - e :

    Sinais de relação ( =, < e > )
    Robert Recorde, matemático inglês, terá sempre o seu nome apontado na história da Matemática por ter sido o primeiro a empregar o sinal = ( igual ) para indicar igualdade. No seu primeiro livro, publicado em 1540, Record colocava o símbolo http://www.somatematica.com.br/figuras/sinal2.gifentre duas expressões iguais; o sinal = ; constituído por dois pequenos traços paralelos, só apareceu em 1557. Comentam alguns autores que nos manuscritos da Idade Média o sinal = aparece como uma abreviatura da palavra est.

    Guilherme Xulander, matemático alemão, indicava a igualdade, em fins do século XVI, por dois pequenos traços paralelos verticais; até então a palavra aequalis aparecia, por extenso, ligando os dois membros da igualdade.
    Os sinais > ( maior que ) e < ( menor que ) são devidos a Thomaz Harriot, que muito contribuiu com seus trabalhos para o desenvolvimento da análise algébrica.


Fonte:

Situações Problemas


Escola ...
Aluno:                                        Ano: 5º Ensino Fundamental                 Data:
Profa. Magali Rosa
             Exercícios de Situações Problema

Assinale uma alternativa CORRETA

1. Em certo dia, Antonio, o taxista, rodou 76 km pela manhã e 85 km à tarde. Quantos quilômetros, no total, Antonio percorreu nesse dia?
a) 151 km
b) 97   km
c) 161 km
d) 127 km


2. Um filhote de coelho só abre os olhos depois de 11 dias de nascido. Se um filhote de coelho tem 25 dias, há quantos dias ele já abriu os olhos?
a) 36 dias
b) 14 dias
c) 15 dias
d) 30 dias

3. Você sabia que uma bola de basquete tem aproximadamente 600 gramas e uma bola de vôlei tem 284 gramas? Quantos gramas a bola de basquete tem a mais que a de vôlei?
a) 884 gramas
b) 356 gramas
c) 316 gramas
d) 384 gramas

4 – Renata ganhou um livro de histórias no dia 25 de janeiro. Até hoje, leu 135 páginas do livro e ainda faltam 126 para ela terminar. Quantas páginas tem o livro inteiro.
a) 261 páginas
b) 151 páginas
c) 216 páginas
d) 157 páginas


5 – Rita e Sandra fazem docinhos para festas infantis. Numa semana, Rita fez 800 docinhos e Sandra fez o dobro.
a) Quantos docinhos Sandra fez?
Resposta:_______________________________________________________

b) Quantos docinhos Rita fez a menos que Sandra?
Resposta:_______________________________________________________

  
6- Sr. Carlos todo final de mês divide em partes iguais R$150,00 que é a mesada para os seus 3 filhos: João, Maria e Larissa.  Quanto recebe cada filho?
Resposta: ______________________________________________________



7-Marcelo comprou uma mala em prestações para ir viajar nas férias. Pagou em 4 parcelas de R$ 28,00 cada uma. Quanto Marcelo gastou no total?
a)    112,00
b)    115,00
c)     150,00
d)    280,00

8 - Uma merendeira preparou 558 pães que foram distribuídos igualmente em 18 cestas. Quantos pães foram colocados em cada cesta?
a) 31   pães
b) 310 pães
c) 554 pães
d) 188 pães


9 - Uma professora ganhou ingressos para levar 50% de seus alunos ao circo da cidade.  Considerando que essa professora leciona para 36 alunos, quantos alunos ela poderá levar?
a) 9   alunos
b) 18 alunos
c) 24 alunos
d) 36 alunos


10- O piso de uma sala está sendo coberto por cerâmica quadrada. Já foram colocadas 7cerâmicas, como mostrado na figura.





















Quantas cerâmicas faltam para cobrir o piso?

a) 7
b) 8
c) 9
d) 15


  

Gabarito Exercícios de Situações Problemas


1
c) 161 km
76 km + 85 km
2
b) 14 dias
25 dias – 11 dias
3
c) 316 gramas
600 g – 284 g
4
a) 261 páginas
135 + 126
5
Rita 800 Sandra 1600 doces
800 x 2(dobro)
6
R$50,00 p cada filho
150 : 3 filhos
7
a) R$112,00
28 x 4 parcelas
8
a) 31 pães
558 : 18
9
b) 18 alunos
36 : 2 (metade)
10
b) 8 cerâmicas
15 – 7 =